O presidente Lula está sendo acusado de ter violado sexualmente um colega de cela quando esteve preso por questões políticas durante o regime militar. Se isto se confirmar veremos que não é de hoje que o presidente gosta de enrabar um cidadão brasileiro.
Tudo ainda está na fase do disse-me-disse e a gente sempre deve desconfiar quando pessoas são acusadas (com trocadilho, por favor) às vésperas de anos (sem trocadilho, por favor) eleitorais. Mas devemos ficar atentos, pois como dizem por aí: onde há fumaça há fod... digo fogo!
É o tipo de situação que a gente sabe que é errada, mas consegue compreender. Como bem disse o Luiz Marcondes, imagina como deve ser complicado ficar um longo período em abstinência, só no quatro contra um.
Abstinência aliás é uma palavra que o presidente desconhece né.
É claro que os inimigos de Lula iriam se aproveitar disso para uso político. No mínimo, um dedo da oposição tem aí nessa história.
O menino do MEP (Movimento de Emancipação do Proletariado), como ficou conhecida a suposta vítima, teria ficado muito assustado com as ameaças recebidas pelo colega de cela, mas se tranquilizou quando percebeu que o espetáculo do crescimento não passava de mais uma promessa.
A oposição está usando a vítima e sua história para atingir a popularidade do presidente em um nítido exemplo de uso de currado eleitoral.
Por outro, lado a base aliada que ficou de quatro com essa história está tentando botar panos quentes e empurrar goela abaixo do povo a ideia de que o que acontece entre quatro paredes, fica entre quatro paredes.
Resta saber se o diretor que filmou a vida do presidente já está aproveitando para engatar uma sequência e vender para o canal "For Man".


